
Há 10 anos, Daniel Goleman escrevia um livro marcante, inteligência emocional, sinalizando que a vida emocional é mais importante que as faculdades racionais tradicionais.
A repercussão da sua proposta foi grande, pois desmistificava a importância do QI (não participa mais que 10% do nosso sucesso profissional) e valorizava o gerenciamento dos conflitos como ferramenta para o relacionamento.
Depois de vários anos, a "era conceitual", como descreve Daniel Pink, está reforçando a idéia inicial de Goleman, pois a disseminação pela internet divulgou a idéia.
Atualmente, todas as tecnologias que o computador pode replicar, já estão sendo realizadas pelos programadores na China e na Índia.
Os atributos do QI, podem ser substituídos pelos trabalhadores do conhecimento.
O que nós estamos falando é de uma nova era, na qual a aptidão, o talento e a criatividade, não poderão ser replicadas pelos computadores. A presença física, a emoção e a empatia, são ferramentas que os "conectados" eletronicamente, não tem como transmitir.
Dr. Carlos Alberto Pastore

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