quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Deprê


São diversas as coisas que almejei, em diferentes momentos de minha existência.
Muitas vezes, aquilo em que acreditei como verdadeiro dogma, valorizado em demasia, com o passar do tempo, tornou-se banalidade.
Não creio que houve mudança em minha personalidade. Coisas básicas aprendidas no seio da família, na tenra idade, onde se formou meu caráter, minha concepção de sociedade e dos direitos do individuo, não se alteraram.
A vida é extremamente dinâmica, foram se fazendo presentes fatos que não programei ou sequer imaginei, gerando alterações profundas em meus valores.
Experiências e maturidade, me fizeram ver muitas coisas sob novo prisma.
É a inexorável evolução do tempo.
A rapidez na passagem me assusta, tudo acontece num instante. Tão depressa que, em momentos de reflexão, todo meu passado parece onírico.
Sempre tive a sensação de desfecho iminente, penso nisso às vezes.
Meu imediatismo não permitiu que eu completasse realizações, desequilibrando o que havia sido idealizado, como o exercício de vocação prazerosa.
No presente, as responsabilidades do cotidiano e obrigações, inerentes a minha vida "pseudo-familiar", falam mais alto.
E quando penso nisso...

Um comentário:

  1. Quando exigimos demais de nós mesmos, podemos falhar e consequentemente a sensação de fraqueza, tristesa. Lendo o texto abaixo, pode-se criar um pensamento que diminua o sofrimento!

    A TERRA EM MINIATURA
    Se pudéssemos reduzir a população da Terra a uma pequena aldeia de exatamente 100 habitantes, mantendo as proporções existentes atualmente, seria algo assim:

    Haveria:

    57 asiáticos
    21 europeus
    14 pessoas do hemisfério oeste (tanto norte como sul)
    e 8 africanos

    52 seriam mulheres
    48 homens
    70 não seriam brancos
    30 seriam brancos
    70 não cristãos
    30 cristãos
    89 heterossexuais
    11 homossexuais confessos

    6 pessoas possuiriam 59% da riqueza de toda a aldeia
    e os 6 (sim, 6 de 6) seriam norte americanos.
    Das 100 pessoas,
    80 viveriam em condições sub humanas.

    70 não saberiam ler
    50 sofreriam de desnutrição
    1 pessoa estaria a ponto de morrer
    1 bebê estaria prestes a nascer,
    1 teria educação universitária (sim, só 1).

    Nesta aldeia haveria só 1 pessoa que possuiria um computador.
    Ao analisar nosso mundo desta perspectiva tão reduzida é quando se faz mais premente a necessidade de aceitação, entendimento, e educação.

    Agora pense...
    Se você levantou esta manhã com mais saúde que doenças, então você tem mais sorte que os milhões de pessoas que não sobreviverão nesta semana.

    Se você nunca experimentou os perigos da guerra, a solidão de estar preso, a agonia de ser torturado ou a aflição da fome, então está melhor do que 500 milhões de pessoas no mundo.

    Se você pode ir à sua igreja sem medo de ser humilhado, preso, torturado ou morto... Então você é mais afortunado que 3.000 bilhões (3.000.000.000) de pessoas no mundo.

    Se você tem comida na geladeira, roupa no armário, um teto sobre sua cabeça.
    e um lugar onde dormir, você é mais rico que 75% da população mundial.

    Se você guarda dinheiro no banco, na carteira e tem algumas moedas em um cofrinho...
    já está entre os 8% mais ricos deste mundo. Se, além disso, você tem curso universitário está entre os 1% mais ricos.

    Se teus pais ainda estão vivos e unidos... Você é uma pessoa MUITO rara.

    Se você leu esta APRESENTAÇÃO, acaba de receber uma benção:
    Tem melhor sorte que mais de 2.000.000.000 de pessoas neste mundo que não sabem, sequer, ler.

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