
Com o volume de divórcios aumentando, já ultrapassando a marca dos 50% dos casamentos realizados, aparentemente, casais estão errando na escolha do(a) parceiro(a) com quem pretendem viver o resto de seus dias. Para evitar tornarem-se mais um numero na crescente estatística, tentem interiorizar estes conselhos:
Você escolhe a pessoa errada porque espera que ele/ela “mude” depois do casamento. A regra é, se você não pode ser feliz com a pessoa como ela é agora, não se case. Realmente pode-se esperar que alguém mude depois de casado, mas para pior! Portanto, muita atenção quanto ao caráter do(a) parceiro(a), forma que se relaciona com a sua família, com a própria e nos hábitos pessoais. Assegure-se de que pode viver com o que vê agora. O namoro acende o fogo, mas o bom caráter o mantém aceso.
Esteja consciente da síndrome da paixão, estar apaixonado(a), muitas vezes é mera atração física.
Para uma união duradoura, ambos têm de compartilhar profunda conexão nos projetos de vida porque, após o casamento, ou os dois evoluirão juntos como indivíduos ou, com o passar do tempo, se estabelecerá o desequilíbrio de valores, propiciando desavenças.
Você escolhe a pessoa errada porque, o “calor” do envolvimento emocional, oculta importante consideração ao desnível sócio-cultural que depois, inevitavelmente aflora e cria “zonas de atrito”.
Vá com cautela, no caso do(a) parceiro(a) estar envolvido(a) em triângulo. Estar "triangulado" significa que a pessoa é emocionalmente dependente de alguém ou de algo como, a carreira profissional ou o relacionamento com parente próximo. Que são coisas importantes, mas dependendo do grau de “dedicação”, com o passar dos anos, há de se ter o mesmo nível de complacência e maturidade para o fato não incomodar.
Casamento feliz, quem não quer? E eu posso garantir que existe! Após vinte anos de meu segundo casamento, existe SIM! O que não existe, é o relacionamento açucarado que os contos de fadas e as comédias românticas nos condicionam desde a infância.
Você escolhe a pessoa errada porque espera que ele/ela “mude” depois do casamento. A regra é, se você não pode ser feliz com a pessoa como ela é agora, não se case. Realmente pode-se esperar que alguém mude depois de casado, mas para pior! Portanto, muita atenção quanto ao caráter do(a) parceiro(a), forma que se relaciona com a sua família, com a própria e nos hábitos pessoais. Assegure-se de que pode viver com o que vê agora. O namoro acende o fogo, mas o bom caráter o mantém aceso.
Esteja consciente da síndrome da paixão, estar apaixonado(a), muitas vezes é mera atração física.
Para uma união duradoura, ambos têm de compartilhar profunda conexão nos projetos de vida porque, após o casamento, ou os dois evoluirão juntos como indivíduos ou, com o passar do tempo, se estabelecerá o desequilíbrio de valores, propiciando desavenças.
Você escolhe a pessoa errada porque, o “calor” do envolvimento emocional, oculta importante consideração ao desnível sócio-cultural que depois, inevitavelmente aflora e cria “zonas de atrito”.
Vá com cautela, no caso do(a) parceiro(a) estar envolvido(a) em triângulo. Estar "triangulado" significa que a pessoa é emocionalmente dependente de alguém ou de algo como, a carreira profissional ou o relacionamento com parente próximo. Que são coisas importantes, mas dependendo do grau de “dedicação”, com o passar dos anos, há de se ter o mesmo nível de complacência e maturidade para o fato não incomodar.
Casamento feliz, quem não quer? E eu posso garantir que existe! Após vinte anos de meu segundo casamento, existe SIM! O que não existe, é o relacionamento açucarado que os contos de fadas e as comédias românticas nos condicionam desde a infância.


