quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Casar com a pessoa errada e entrar “numa fria”!



Com o volume de divórcios aumentando, já ultrapassando a marca dos 50% dos casamentos realizados, aparentemente, casais estão errando na escolha do(a) parceiro(a) com quem pretendem viver o resto de seus dias. Para evitar tornarem-se mais um numero na crescente estatística, tentem interiorizar estes conselhos:
Você escolhe a pessoa errada porque espera que ele/ela “mude” depois do casamento. A regra é, se você não pode ser feliz com a pessoa como ela é agora, não se case. Realmente pode-se esperar que alguém mude depois de casado, mas para pior! Portanto, muita atenção quanto ao caráter do(a) parceiro(a), forma que se relaciona com a sua família, com a própria e nos hábitos pessoais. Assegure-se de que pode viver com o que vê agora. O namoro acende o fogo, mas o bom caráter o mantém aceso.
Esteja consciente da síndrome da paixão, estar apaixonado(a), muitas vezes é mera atração física.
Para uma união duradoura, ambos têm de compartilhar profunda conexão nos projetos de vida porque, após o casamento, ou os dois evoluirão juntos como indivíduos ou, com o passar do tempo, se estabelecerá o desequilíbrio de valores, propiciando desavenças.
Você escolhe a pessoa errada porque, o “calor” do envolvimento emocional, oculta importante consideração ao desnível sócio-cultural que depois, inevitavelmente aflora e cria “zonas de atrito”.
Vá com cautela, no caso do(a) parceiro(a) estar envolvido(a) em triângulo. Estar "triangulado" significa que a pessoa é emocionalmente dependente de alguém ou de algo como, a carreira profissional ou o relacionamento com parente próximo. Que são coisas importantes, mas dependendo do grau de “dedicação”, com o passar dos anos, há de se ter o mesmo nível de complacência e maturidade para o fato não incomodar.
Casamento feliz, quem não quer? E eu posso garantir que existe! Após vinte anos de meu segundo casamento, existe SIM! O que não existe, é o relacionamento açucarado que os contos de fadas e as comédias românticas nos condicionam desde a infância.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Deprê


São diversas as coisas que almejei, em diferentes momentos de minha existência.
Muitas vezes, aquilo em que acreditei como verdadeiro dogma, valorizado em demasia, com o passar do tempo, tornou-se banalidade.
Não creio que houve mudança em minha personalidade. Coisas básicas aprendidas no seio da família, na tenra idade, onde se formou meu caráter, minha concepção de sociedade e dos direitos do individuo, não se alteraram.
A vida é extremamente dinâmica, foram se fazendo presentes fatos que não programei ou sequer imaginei, gerando alterações profundas em meus valores.
Experiências e maturidade, me fizeram ver muitas coisas sob novo prisma.
É a inexorável evolução do tempo.
A rapidez na passagem me assusta, tudo acontece num instante. Tão depressa que, em momentos de reflexão, todo meu passado parece onírico.
Sempre tive a sensação de desfecho iminente, penso nisso às vezes.
Meu imediatismo não permitiu que eu completasse realizações, desequilibrando o que havia sido idealizado, como o exercício de vocação prazerosa.
No presente, as responsabilidades do cotidiano e obrigações, inerentes a minha vida "pseudo-familiar", falam mais alto.
E quando penso nisso...

domingo, 10 de fevereiro de 2008

A inteligência emocional e a busca do novo cérebro!


Há 10 anos, Daniel Goleman escrevia um livro marcante, inteligência emocional, sinalizando que a vida emocional é mais importante que as faculdades racionais tradicionais.
A repercussão da sua proposta foi grande, pois desmistificava a importância do QI (não participa mais que 10% do nosso sucesso profissional) e valorizava o gerenciamento dos conflitos como ferramenta para o relacionamento.
Depois de vários anos, a "era conceitual", como descreve Daniel Pink, está reforçando a idéia inicial de Goleman, pois a disseminação pela internet divulgou a idéia.
Atualmente, todas as tecnologias que o computador pode replicar, já estão sendo realizadas pelos programadores na China e na Índia.
Os atributos do QI, podem ser substituídos pelos trabalhadores do conhecimento.
O que nós estamos falando é de uma nova era, na qual a aptidão, o talento e a criatividade, não poderão ser replicadas pelos computadores. A presença física, a emoção e a empatia, são ferramentas que os "conectados" eletronicamente, não tem como transmitir.

Dr. Carlos Alberto Pastore